O avião recebeu novas asas, ou melhor, recebeu um upgrade que para muitos dizem ser o melhor e maior upgrade numa bicicleta - umas rodas!
O processo começou com a mentalização que para efetuar este upgrade tinha que gastar bastante dinheiro e com os seguintes objetivos em mente: tirar algumas gramas e ganhar agilidade e rigidez.
Após alguma indecisão e após muitas leituras de reviews e de opiniões decidi-me por umas DT Swiss XR 1501 Spline One, roda 26'.
Aproveitei um preço muito bom numa das lojas online e encomendei-as. As rodas 26' começam já a não ser muitas e muitas marcas nos novos modelos só lançam os modelos 27,5 e 29, pelo que era agora ou nunca! Mas como desejo manter a minha scott spark por mais alguns anos...
Tinha algumas dúvidas sobre a medida e a necessidade de adaptador na roda dianteira pois a minha suspensão é QR 9mm, mas o kit das 2 rodas incluía:
- roda da frente e traseira
- fitas para adaptar para tubeless
- 2 válvulas presta para adaptar para tubeless
- 2 5mm RWS
- adaptadores para 5/100 para a frente e 5/135 para trás
Peso total das rodas: 1410 gr !!! :)
Já as coloquei à mais de 2 meses e coloquei logo como tubeless (obviamente) com os mesmos pneus que tinha nas anteriores - Continental X-King à frente e Race King atrás e o que posso dizer deste upgrade ?!
BRUTAIS !!!
A primeira vez que fui andar com as novas rodas, senti logo uma diferença abismal na leveza e na rigidez das mesmas. Parece que as outras tinha atrito e estas têm manteiga - aquilo desliza que é uma maravilha !!!
Nas descidas até sento medo, tal é a velocidade que a bike ganha! Uma diferença que se nota bem... Até parece que estou a gastar mais pastilhas de travão!!!
Atenção que as que tinha (também umas DT Swiss) são uma média gama e acabei por retirar ao conjunto mais de 400 gr ! Nas rodas ainda se nota mais esse peso a menos...
Depois à semelhança que tenho andado mais, tenho notado também na agilidade nos singles e nas subidas como cortei peso, também se nota... e muito!!!
Sem dúvida um grande upgrade! de algum investimento, mas sem dúvida o melhor upgrade que se pode fazer a uma bicicleta. Até agora tive zero problemas e já as submeti a condições de andamento e de meteorologia bem agrestes (a meia maratona de santarém foi uma granda tareia....)
A bike agora está quase nos 11 kg (com os pedais de encaixe) ! :)
Abraços e bons upgrades... :)
domingo, 29 de novembro de 2015
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Meia Maratona Santarém
E aqui fomos nós a mais uma meia em Santarém, prova integrada no festival bike anual em Santarém.
Antes do primeiro abastecimento, começa a chover e eu a pensar - "prontos, já não vou ter essa sorte, de não apanhar uma chuvada..." e decido após o abastecimento vestir o (muito pouco) impermeável e corta vento, numa altura em que o meu jersey já estava ensopado, pois já caía bastante chuva...
Acordei cedinho com previsões metereológicas muito pessimistas, pois estavam previstas chuvas fortes e muito vento. No dia anterior e mesmo no próprio dia quando acordei e vi tudo molhado pensei em não ir, mas como gosto muito de ir à exposição das bikes e já que lá tinha que ir a Santarém, decidi equipar-me e fazer-me à estrada, desta vez com um saco com muda de roupa e toalha para tomar banho.
Quando cheguei lá estava um calor esquisito e um céu carregado de nuvens pretas... Por momentos pensei, talvez ainda me safe do temporal previsto...
A partida deu-se às 9h40, 10 minutos depois da partida da Maratona que eram 80 kms.
Na subida inicial para Santarém, deu para perceber que as sensações não eram as melhores e o meu ritmo cardíaco disparou para o máximo... :(
Desta vez, ao contrário do ano passado, fizeram um percurso diferente, com bastante estrada, onde no inicio se andava realmente rápido sempre com mudanças pesadas - as rodas 29 tinham vantagem... e com maior desnível de aprox. 800 mts.
A partir daí foi levar com chuva e vento até ao fim.... Ia com metade dos kms quando meto conversa com um bttista, que me disse: "E o pior está para vir... vem aí zona de muita lama e de descidas que com lama não dá para fazer...". A certa altura pensei: "...mas o que é que eu estou aqui a fazer..." :)
Passados alguns kms apareceram os percursos com lama, muita lama... Uma ou outra súbida que não dava para fazer e eu que não estou muito habituado a andar com lama, em certas zonas parecia que estava a fazer patinagem artística, tal era o deslize que a bicicleta fazia - tendo que ir com mudanças leves para superar os trilhos lamacentos e muito escorregadios...
Até que chego a uma zona de descida em que fica tudo parado! e cada vez a chover mais, e mais... A descida era perigosa (mesmo sem lama), mas com a chuva que estava e a lama, até a fazer a pé era perigosa... era tudo a cair mesmo com a bike à mão! :) Aquilo é que foi um SPA de Lama !!!! Eu já estava por tudo... e chegou a ser engraçado ver aquele cenário...
Passado essa dificuldade em que devo ter estado mais de 10 minutos parado, começa a cair uma chuvada, mas uma chuvada brutal - um verdadeiro dilúvio... havia pessoal que dizia: "Eu só quero chegar o mais rápido possível à meta..." ou "espero que não me aconteça como há 2 anos atrás em que lixei a transmissão e tive que fazer 12 kms a pé...".
Eu parecia um louco - a gritar - que adrenalina ... a chover a potes e eu só me lembrava de cenas de filmes do vietnam. :) Que loucura! Estava a curtir bué! Impressionante, estava todo molhado, todo sujo, quase não via nada tal era o dilúvio e eu a gritar que nem um louco "Vietnam";"Yeah";"Vamos embora..." e a colocar cada vez mais mudanças pesadas com bastante cadência... Por momentos, naqueles instantantes, acho que atingi o "flow state" :)
A chuva era tanta que acabou por lavar (mais ou menos) a muita lama que a bicicleta tinha...
Por breves instantes após o momento de loucura, comecei a recear ter algum problema mecânico e ter que ficar ali ou ter que ir a pé...
... mas tudo correu bem até ao fim, excepto ter ficado sem o bloquei das suspensões no twinloc da Scott, que ficou desajustado...
Terminei os 45 kms da prova em 2h40 (aprox.)
Depois do banho tomado e roupa lavada fui almoçar com um colega num restaurante em Santarém e depois durante a tarde fui visitar a exposição onde deu para conhecer algumas das novidades das 2 rodas...
... e ainda tirei uma foto com o Gamito no stand da Scott, com direito a livrinho da scott 2016 autografado! :)
Abraços e boas pedaladas... E a chuva não é desculpa para não ir andar...
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Calções Assos
Isto do BTT, quem não conheça pensa que é ter apenas uma bike e tá feito... mas há inúmeros acessórios que considero essenciais para a prática deste desporto. Um deles são os calções almofadados - pois o nosso corpinho, nomeadamente o rabinho vão agradecer toda o conforto que lhe pudermos dar, pois passar algumas horas numa bicicleta com um selim minúsculo não é nada fácil.
Já por diversas vezes em conversas com amigos que lançam-se em desafios de etapas longas de 100 kms ou mais - o que significa muitas horas em cima do selim, me falavam que os melhores calções sem qualquer das dúvidas são os Assos.
Pois bem, decidi perder amor ao dinheiro e comprar uns calções Assos, para realmente verificar se são assim tão bons como apregoam ...
Já por diversas vezes em conversas com amigos que lançam-se em desafios de etapas longas de 100 kms ou mais - o que significa muitas horas em cima do selim, me falavam que os melhores calções sem qualquer das dúvidas são os Assos.
Pois bem, decidi perder amor ao dinheiro e comprar uns calções Assos, para realmente verificar se são assim tão bons como apregoam ...
Comprei o modelo S7 T.equipe da Assos, que ainda são mais caros, mas mais apropriados para o btt.
Após já os ter experimentado umas 3/4 vezes, posso dizer que realmente são mesmo bons! É que são mesmos bons!
E o que caracteriza estes calções e que os torna distintos dos outros... Nem é a carneira ser o mais fofa ou com mais enchimento...
Julgo que a melhor característica dos calções é a forma como a carneira se encaixa no corpo e como fica sempre ajustado e na posição correta sem roçar na pele e o contacto com o selim. A zona genital oferece bastante ventilação que é essencial com as longas horas em cima do selim.
Os calções ficam mesmo justos - o tecido parece muito bom. As alças ajudam também no conforto e no ajuste ao corpo.
Normalmente com uns calções normais a partir dos 40 kms começa-se a sentir algum incómodo e dependendo do percurso e nº de horas começa-se cada vez a sentir mais incómodo... mas posso dizer que com estes Assos na volta que fiz maior (60 kms) estava impecável na zona traseira! :)
Que maravilha! O único senão é o preço, mas que são mesmo bons, isso são!
Esperemos que durem muito tempo...
Abraços e invistam em bom equipamento pois as vezes é melhor do que comprar material para poupar umas gramas.
sábado, 26 de setembro de 2015
Maratona ATV55 60kms
No passado domingo a 20 de Setembro fui tal como o ano passado a mais uma maratona atv55 em torres vedras.
O ano passado gostei bastante desta maratona e este ano já me tinha proposto fazer mais uma vez.
Esta prova este ano foi integrada nas maratonas Joaquim Agostinho - algumas que também consegui ir - Sobral, Arneiros, etc...
Desta vez escolhi, tal como no ano passado a vertente dos 60 kms que com um total de desnível acumulado de aprox. 1300 mts.
Acordei cedinho pois ainda tinha que ir buscar o dorsal antes das 8h30m, pois a partida estava marcada para as 9h.
Saiu, tal como o ano passado, do parque da várzea em torres vedras - local também de chegada.
Esta maratona em termos de organização é exemplar - tudo muito bem organizado em termos de entrega de dorsais, a zona da partida, estacionamento mais do que suficiente na zona da partida/chegada, a sinalização e marcação dos trilhos, os abastecimentos vários, a zona de chegada, lavagem de bicicletas e zona de banhos, a comunicação via facebook, mail, etc... - tudo 5 estrelas!
E como me correu a prova ? Genericamente bem, pois fiz os 60 kms e não cai nem me aleijei! :)
A prova dos 60 kms foi caracterizada por 2 partes distintas: A 1ª parte partilhada com a meia maratona de 35 kms (onde estavam inscritos a maioria dos participantes) com percursos muito variados - singles, descidas giras, subidas q.b. - bem giro o percurso e depois uma 2ª parte que era para os malucos que foram fazer os 60 kms um pouco diferente - com subidas muito lixadas e que com o calor que se fazia sentir foram algo durinhas...
Uma dessas subidas situadas aos 45 kms tinha um prémio de montanha - acho que a subida eram mais de 2,5 kms - quando cheguei lá acima depois o suor escorria-me pela cara - que subida tramada - ao nível da subida da morte do ano passado, mas com o calor ainda se tornou mais difícil...
Nessa altura já acumulava o cansaço e comecei a recear pelas câimbras, que apareceram aos 50 kms aprox., numa subida mais lixada...
A partir daí foi gerir o esforço e cansaço que cada vez era maior, até ao final, tentando não pedalar tão pesado, pois as câimbras estavam lá. Depois do 2º abastecimento, houve ainda 2 sítios onde havia garrafas de água que estavam no sitio certo, pois o calor era muito - em cartas zonas o termômetro marcou 34º.
Antes de chegar à zona de chegada no parque da várzea em torres vedras houve uma descida brutal que meteu respeito - por pouco não caí! :/
Se não fossem as câimbras teria feito muito melhor, mas a partir dos 50 kms não deu para mais... Fiz pouco mais de 4horas a quase 15 km/h. Se tivesse feito a meia maratona dos 35 kms faria um grande tempo - pois a partir dos 40 kms é que vieram as grandes dificuldades do percurso...
Para o ano espero voltar e em melhores condições, pois esta maratona é sem dúvida das melhores ! :)
O ano passado gostei bastante desta maratona e este ano já me tinha proposto fazer mais uma vez.
Esta prova este ano foi integrada nas maratonas Joaquim Agostinho - algumas que também consegui ir - Sobral, Arneiros, etc...
Desta vez escolhi, tal como no ano passado a vertente dos 60 kms que com um total de desnível acumulado de aprox. 1300 mts.
Acordei cedinho pois ainda tinha que ir buscar o dorsal antes das 8h30m, pois a partida estava marcada para as 9h.
Saiu, tal como o ano passado, do parque da várzea em torres vedras - local também de chegada.
Esta maratona em termos de organização é exemplar - tudo muito bem organizado em termos de entrega de dorsais, a zona da partida, estacionamento mais do que suficiente na zona da partida/chegada, a sinalização e marcação dos trilhos, os abastecimentos vários, a zona de chegada, lavagem de bicicletas e zona de banhos, a comunicação via facebook, mail, etc... - tudo 5 estrelas!
A prova dos 60 kms foi caracterizada por 2 partes distintas: A 1ª parte partilhada com a meia maratona de 35 kms (onde estavam inscritos a maioria dos participantes) com percursos muito variados - singles, descidas giras, subidas q.b. - bem giro o percurso e depois uma 2ª parte que era para os malucos que foram fazer os 60 kms um pouco diferente - com subidas muito lixadas e que com o calor que se fazia sentir foram algo durinhas...
Uma dessas subidas situadas aos 45 kms tinha um prémio de montanha - acho que a subida eram mais de 2,5 kms - quando cheguei lá acima depois o suor escorria-me pela cara - que subida tramada - ao nível da subida da morte do ano passado, mas com o calor ainda se tornou mais difícil...
Nessa altura já acumulava o cansaço e comecei a recear pelas câimbras, que apareceram aos 50 kms aprox., numa subida mais lixada...
A partir daí foi gerir o esforço e cansaço que cada vez era maior, até ao final, tentando não pedalar tão pesado, pois as câimbras estavam lá. Depois do 2º abastecimento, houve ainda 2 sítios onde havia garrafas de água que estavam no sitio certo, pois o calor era muito - em cartas zonas o termômetro marcou 34º.
Antes de chegar à zona de chegada no parque da várzea em torres vedras houve uma descida brutal que meteu respeito - por pouco não caí! :/
Se não fossem as câimbras teria feito muito melhor, mas a partir dos 50 kms não deu para mais... Fiz pouco mais de 4horas a quase 15 km/h. Se tivesse feito a meia maratona dos 35 kms faria um grande tempo - pois a partir dos 40 kms é que vieram as grandes dificuldades do percurso...
Para o ano espero voltar e em melhores condições, pois esta maratona é sem dúvida das melhores ! :)
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Fexpomalveira 2015
Este passeio foi decidido à ultima da hora - 2 dias antes de terminar o prazo de inscrição e foi-me indicado por um amigo como sendo um dos melhores nesta altura do ano - altura de férias...
Existiam 2 versões: a simples - 25 kms (600 de acumulado) e a mais complicada - 45 kms (1000 de acumulado).
O percurso (ambos) incluía uma passagem pela tapada de Mafra.
Escolhi a versão mais simples pois regressado de férias, achei melhor não arriscar...
Ao chegar à Malveira, o dia algo ameaçava uns chuviscos... ao começar a prova às 9h começou uma chuvinha irritante e foi quase todo o percurso à chuva - quem diria que em pleno Agosto apanharia este tempo! Felizmente o terreno nunca chegou a ficar muito lamacento e pesado.
A Tapada de Mafra revelou-se uma surpresa bem durinha - nunca pensei que fosse tão durinha - muitas subidas, mas o esforço foi recompensado pelo abastecimento simpático no final de umas subidinhas ainda na tapada.
Senti-me bem durante grande parte do percurso exceto numa zona lá da tapada que custou um bocadinho, mas com o passar dos kms senti-me cada vez melhor.
A maioria das pessoas escolheu o percurso dos 45 kms, e eu fiz grande parte do percurso sozinho... cheguei no final do percurso ainda cheio de força e com genica para fazer mais uns kms... fui quase dos primeiros a chegar pois a maioria ainda estava na prova dos 45 kms...
Como nota negativa para a organização - não tinha tempos cronometrados e não consegui perceber onde se lavava a bicicleta - algo que até dava jeito pois com a chuva bike ficou um pouco suja...
Aqui está um video que foi disponibilizado no facebook de alguém que filmou o passeio que dá para ter uma ideia do que foram os 45 kms:
Foi fixe, mas para a próxima faço a dos 45 kms. :)
Existiam 2 versões: a simples - 25 kms (600 de acumulado) e a mais complicada - 45 kms (1000 de acumulado).
O percurso (ambos) incluía uma passagem pela tapada de Mafra.
Escolhi a versão mais simples pois regressado de férias, achei melhor não arriscar...
Ao chegar à Malveira, o dia algo ameaçava uns chuviscos... ao começar a prova às 9h começou uma chuvinha irritante e foi quase todo o percurso à chuva - quem diria que em pleno Agosto apanharia este tempo! Felizmente o terreno nunca chegou a ficar muito lamacento e pesado.
A Tapada de Mafra revelou-se uma surpresa bem durinha - nunca pensei que fosse tão durinha - muitas subidas, mas o esforço foi recompensado pelo abastecimento simpático no final de umas subidinhas ainda na tapada.
Senti-me bem durante grande parte do percurso exceto numa zona lá da tapada que custou um bocadinho, mas com o passar dos kms senti-me cada vez melhor.
A maioria das pessoas escolheu o percurso dos 45 kms, e eu fiz grande parte do percurso sozinho... cheguei no final do percurso ainda cheio de força e com genica para fazer mais uns kms... fui quase dos primeiros a chegar pois a maioria ainda estava na prova dos 45 kms...
Como nota negativa para a organização - não tinha tempos cronometrados e não consegui perceber onde se lavava a bicicleta - algo que até dava jeito pois com a chuva bike ficou um pouco suja...
Aqui está um video que foi disponibilizado no facebook de alguém que filmou o passeio que dá para ter uma ideia do que foram os 45 kms:
Foi fixe, mas para a próxima faço a dos 45 kms. :)
domingo, 30 de agosto de 2015
Upgrade ou não upgrade... eis a questão...
Isto das bikes, já vos disse que é um hobbie, certo !? e que andamos sempre a magicar nos componentes que tem e o que pode ser melhorado e como XC sempre com o objetivo de poupar umas gramas, porque o ciclista perder peso é mais difícil. :)
Neste momento o avião está com 11,4 kg (já com os pedais crank brothers candy 3).
Pois bem aqui está a lista de coisas que podem fazer atingir o objetivo de baixar umas gramas no avião:
a)
Rodas
Por muito boa gente o melhor upgrade que pode ser efetuado. e também o maior (€€€) investimento, para além de quadro e suspensões... pois diz-se que a poupança nas rodas pode ser multiplicado por 2x - tem a ver com aquela história do peso dinâmico... etc e tal! :)
Ando a ver Mavic CrossMax SL ou numas DT Swiss XR 1501 - que pesam ambas 1400 gr aprox.
Poupança estimada: +- 400 gr
b)
Guiador
O meu guiador atual é de 680 mm de largura 31,8, que penso que pese aprox. 300 gr.
Desejo um que seja mais leve mas seguro e que mantenha a mesma largura ou mais ou menos 10 mm.
Acham que um em carbono pode ser um risco ? Sugestões de marcas / modelos, têm ?
Se comprar um de 150 gr:
Poupança estimada: +- 150 gr
c)
Espigão de selim
Atualmente tenho um de aluminio de 400 mm
Acham que se colocar um de carbono de de 350 mm / 300 mm é mau ?
Poupança estimada: +- 100 gr
d)
Cassete 10v
Se colocar uma cassete xtr ou SRAM... A SRAM dá para o meu grupo XT (desviador) ? e preciso de trocar mais alguma coisa para além da corrente ? Neste momento tenho uma 11-36. acham que com 11-34 fico mal servido ? eu quase nunca uso o disco maior de dentes 36.
Poupança estimada: +- 100 gr
e)
Pedais de encaixe
Neste momento tenho uns crankbrothers Candy 3 mas posso trocar por uns eagbeater 1 mais leves
Poupança estimada: +- 40 gr
f)
avanço de guiador
Não faço ideia o que tenho e a dimensão do que tenho... mas já pensei que se calhar com um avanço com pouco menos de dimensão ficava melhor.
Acham que vale a pena o investimento ? e se sim para ganhar quantas gr ?
Poupança estimada: ???
g)
Pratos / Pedaleira
Neste momento tenho 3 pratos de dimensões 42, 32 e 24.
Raramente uso o 24 aka "avózinha".
Acham que uma opção boa seria mudar para 2 pratos apenas ? e se sim que relação sugerem e que grupo ? Não esquecer que é uma roda 26 ! Talvez uns 40/28 ?!
Poupança estimada: ???
Upgrade ou não upgrade... eis a questão! :)
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Garmin 510
Quando comprei o meu avião, adquiri também um conta kms normal sigma que até era sem fios...
... mas como andamos sempre a pensar em adquirir cenas fixes para as nossas "2 rodas", comprei uma coisinha um pouco mais evoluida - um Garmin 510.
Após alguma indecisão sobre qual o modelo escolhi o 510, em vez do 810.
Escolhi a opção bundle que vem com:
- Banda de medição cardiaca da Garmin
- Suportes (2 para a bike)
- Sensor de cadência
... e toda a parafernália de cabos, carregador de bateria e borrachas e mais adaptadores para outra bike...
... mas como andamos sempre a pensar em adquirir cenas fixes para as nossas "2 rodas", comprei uma coisinha um pouco mais evoluida - um Garmin 510.
Após alguma indecisão sobre qual o modelo escolhi o 510, em vez do 810.
Escolhi a opção bundle que vem com:
- Banda de medição cardiaca da Garmin
- Suportes (2 para a bike)
- Sensor de cadência
... e toda a parafernália de cabos, carregador de bateria e borrachas e mais adaptadores para outra bike...
Após algumas semanas de teste, posso dizer que estou bastante satisfeito. As funcionalidades de emparelhamento com a banda de medição cardíaca e com o smartphone via bluetooth com a app Garmin Connect são muito fáceis.
O dispositivo é relativamente pequeno, tem boa visibilidade diurna e noturna, permite configurar tudo e mais alguma coisa a gosto de cada um. E tem uma muito boa bateria... dá para muitas horas a pedalar... ...muitas mais do que as que o bttista aguenta :)
Permite um sem número de parametrizações possíveis, tais como alertas por nº de kms, por tempo, por ritmo cardíaco, autolaps, autopause, zonas de treino, etc, etc... e permite ter configurado várias bicicletas! Quando é que vem a de estrada ?! :)
O que configurei na página principal quando costumo andar é:
- Ritmo cardíaco
- Dist|ancia em kms percorrida
- Tempo
- Velocidade média
- Hora do dia
- Temperatura
Depois numa outra página mais secundária tenho por exemplo: % elevação momentânea, total de desnível acumulado, Calorias, Direção...
Depois tem ainda a funcionalidade de permitir carregar percursos (ficheiros tipicamente no formato gpx) e ter a navegação no dispositivo, em que pessoa vê num "mapa" o percurso e orientação que deve seguir... a diferença para o 810 é que este não tem as funcionalidades de mapas. tem apenas o traçado do percurso sem a envolvência dos maps, avisando no entanto que o ciclista encontra-se no percurso ou fora dele.
Depois tem toda a possibilidade de exportar de forma facilitada - com a app Garmin Connect no smartphone nem precisa de se ligar ao computador - de exportar para o Garmin Connect que permite visualizar num único sitio, todo o histórico de percursos efetuados, segmentos, ritmos cardíacos, de cadencia, altitude, etc,.. análises do treino, conectividade com outros companheiros das bicicletas, ...
Ainda tenho muito que explorar... e ainda nem coloquei o sensor de cadência... :)
E acho que agora vai ter integração live com o strava, podendo ter visualização no Garmin dos segmentos do Strava! Tenho que experimentar isto...
Abraços e boas medições!
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