Um destes fins de semana, depois de muito desleixo e maltratar a minha bicicleta há bastante tempo e já depois de ter partido a corrente numa das voltinhas de domingo, telefonei à minha loja do costume, a perguntar se podia lá ir substituir a corrente e colocar um novo desviador dianteiro, pois o que tinha não era para 2 pratos.
Apesar de funcionar a mudança a passagem não era muito boa, e eu tinha adquirido numa loja online à uns tempos atrás já antevendo esta mudança:
- desviador dianteiro Direct Mount XT 785
- 2 pastilhas de travão
O sr. da loja, no sábado, disse que tinha que ir cedo depois de almoço se quisesse colocar o desviador, corrente nova e ainda as pastilhas...
... assim o fiz...
Quando cheguei lá, foi me dito que para fazer o trabalho tinha que dar uma lavagem... e realmente a bike estava uma vergonha - eu sou um bocado descuidado - vou andar e por vezes nem lavo a bicicleta...
Depois começou a identificar o problema de não travar - não era as pastilhas, apesar de estarem desgastadas de forma não uniforme - eram os discos !!! que ainda eram os discos originais da bike - e lá tive que colocar uns discos de travão novos - uns XT Icetech à frente de 180mm e uns Avis de 160 mm mais fracos atrás - uma pipa de massa!
Depois da limpeza, o Sr. da loja ao ver as roldanas perto do desviador, também disse que aquilo precisava de ser substituído... e realmente aquilo estavam completamente desgastadas...
... depois de desviador dianteiro trocado, corrente trocada, roldanas novas, discos de travão novos e pastilhas substituídas e mudanças afinadas, a bike ficou como nova !!! Deixei foi uma pipa de massa... mas foi um trabalho bem feito tendo em conta que ainda foi isto tudo e conseguiram fazer tudo no sábado à tarde...
Estava desejoso por andar no domingo...
Abraços e boas pedaladas...
PS: Ah.... já me esquecia... e sai da loja não apenas com 1 bike -- a minha Spark, mas com mais uma! - uma nova bike, desde vez uma de estrada - uma Scott Addict ! :) mas mais detalhes, no próximo post... :)
sábado, 11 de março de 2017
sábado, 24 de setembro de 2016
Transmissão da spark para 2x10
Tchiiii, pah!!! Há quanto tempo eu não escrevia no blog... Mas vamos lá ver se começo outra vez pois isto de escrever blogs tem piada, na idealização do artigo, na escrita e depois mais tarde é muito giro reler e relembrar os momentos... :)
Pois é, decidi mudar a transmissão do meu avião para 2x10 e não 3x10. Sim... ainda não mudei para 1x10 ou 1x11, pois ainda preciso de mudanças leves para ver se aguento a pedalada sem a levar à mão! :)
E porque decidi mudar ?
Porque a cassete XT original já apresentava bastante desgaste e já não "aguentava" correntes novas.
Aproveitei e decidi experimentar algo de diferente - 2x10 com um upgrade da cassete.
Aproveitei um desconto numa loja online e comprei a cassete shimano XTR 11-36. Depois aproveitei outra promoção e comprei uma pedaleira XT de 2 pratos 26-38 - e aqui a grande mudança pois a que tinha era de 3 pratos 24-32-42.
Na imagem abaixo podem verificar as diferenças de relações entre os dois grupos (o da esquerda 3x10 e o da direita 2x10):
Ganhei no peso, na maior utilização das mudanças. Consigo usar quase todas as 20. O que acontecia no antigo sistema 3x10, era que usava maioritariamente só o prato do meio...
Mantive tudo o resto - desviador traseiro e incluindo o desviador dianteiro pois o meu manipulo desviador dianteiro tinha um pequeno switch para adaptar para 2 posições (2 pratos) em vez de 3 posições (3 pratos) ! Mas aquilo ficou muito alto e como é o modelo DM (DirectMount) não dá para baixar... vou ter que comprar um especifico para 2 pratos - o FD785, que é barato (10 euros - e um XT!).
... e nesta mudança ainda aproveitei, como podem ver para substituir os pedais por outros da mesma marca mas sem plataforma - mais leves!!!
Ah, claro que mudei a corrente que por sinal até foi a coisa mais difícil de ajustar, por causa de ter que tirar uns elos...
Um especial agradecimento ao meu amigo N.M., por ter substituído tudo isto - cassete, pedaleira, corrente e pedais!
Abraços e bons upgrades!
Pois é, decidi mudar a transmissão do meu avião para 2x10 e não 3x10. Sim... ainda não mudei para 1x10 ou 1x11, pois ainda preciso de mudanças leves para ver se aguento a pedalada sem a levar à mão! :)
E porque decidi mudar ?
Porque a cassete XT original já apresentava bastante desgaste e já não "aguentava" correntes novas.
Aproveitei e decidi experimentar algo de diferente - 2x10 com um upgrade da cassete.
Aproveitei um desconto numa loja online e comprei a cassete shimano XTR 11-36. Depois aproveitei outra promoção e comprei uma pedaleira XT de 2 pratos 26-38 - e aqui a grande mudança pois a que tinha era de 3 pratos 24-32-42.
Na imagem abaixo podem verificar as diferenças de relações entre os dois grupos (o da esquerda 3x10 e o da direita 2x10):
Perdi um pouco de relação mais leve - como podem ver acima. que só usava nos grandes empenos... Espero que haja força de pernas ! :)
... e perdi um pouco numa relação mais pesada que acabava quase nunca por usar...
Ganhei no peso, na maior utilização das mudanças. Consigo usar quase todas as 20. O que acontecia no antigo sistema 3x10, era que usava maioritariamente só o prato do meio...
Mantive tudo o resto - desviador traseiro e incluindo o desviador dianteiro pois o meu manipulo desviador dianteiro tinha um pequeno switch para adaptar para 2 posições (2 pratos) em vez de 3 posições (3 pratos) ! Mas aquilo ficou muito alto e como é o modelo DM (DirectMount) não dá para baixar... vou ter que comprar um especifico para 2 pratos - o FD785, que é barato (10 euros - e um XT!).
... e nesta mudança ainda aproveitei, como podem ver para substituir os pedais por outros da mesma marca mas sem plataforma - mais leves!!!
Ah, claro que mudei a corrente que por sinal até foi a coisa mais difícil de ajustar, por causa de ter que tirar uns elos...
Um especial agradecimento ao meu amigo N.M., por ter substituído tudo isto - cassete, pedaleira, corrente e pedais!
Abraços e bons upgrades!
quarta-feira, 6 de julho de 2016
GRZ - Etapa 2
Antevendo o dia de calor previsto para a 2ª etapa, acordamos cedo. No alojamento onde ficamos na covilhã, bastante agradável diga-se, combinamos com os Srs se podiam servir o pequeno almoço cedo para que pudéssemos arrancar ainda com pouco calor.
Tomado o pequeno almoço e preparado as coisas na mochila e colocado um pouco de óleo na corrente da bike, era altura de nos fazermos aos trilhos, mas antes uma bela foto para mais tarde recordar! :)
Tomado o pequeno almoço e preparado as coisas na mochila e colocado um pouco de óleo na corrente da bike, era altura de nos fazermos aos trilhos, mas antes uma bela foto para mais tarde recordar! :)
O dia anterior apesar de não ter sido com grande nível de dificuldade em termos de desnível, revelou-se um pouco mais cansativo do que o previsto devido ao muito calor que apanhamos na parte final, depois do almoço e essa foi uma das razões porque decidimos sair cedo...
Esta etapa, foi caracterizada por um tipo de percurso e paisagem diferentes com alguns singles, mais vegetação e sempre com vistas deslumbrantes e paralelas ao rio zêzere.
Aproveitamos e fomos tranquilos, com algumas paragens para tirar fotos, hidratar e comer alguma coisa, sempre na conversa e na brincadeira...
A paisagem só ficou um pouco pior na zona das minas da panasqueira - um cenário que deturpa e estraga a paisagem envolvente no rio zezere - até a água apresentava muito pior aspeto e já não convidava a tomar banho nessa zona. Uma pena!
Por outro lado, perto dessa zona das minas, apanhamos uns tracks - alguns singles, muito bons!!! Nessa altura e um pouco por toda a etapa, julgo que todos nós pensamos, em como éramos uns sortudos em podermos estar ali a desfrutar de um fabuloso BTT na companhia de amigos!
A certa altura e após a zona das minas da panasqueira e após algumas sublinhas (algumas bem tramadas), o cansaço começou a apertar, talvez também porque o calor começou a aumentar... nessa altura tomamos a decisão de não pararmos para almoçar e fazermos mais uns esforço de fazer tudo seguido até ao fim da etapa - em Janeiro de Cima.
Julgo que foi uma decisão correta, pois chegamos cedo a Janeiro de Cima, ainda a tempo de uns belos mergulhos na praia fluvial, onde até havia lá um festival. A água já nem parecia tão fria, tal era o calor.
Comemos uns petiscos, que incluiu uma caixa de cerejas maravilhosas que compramos e aproveitamos para relaxar nesta zona magnifica de Janeiro de Cima !!!
Pessoalmente fiquei surpreendido com a minha capacidade tendo terminado a etapa com sensação de dever cumprido. Para mim e para mais 3 era o fim do nosso mini-GRZ, tendo ficado com um sentimento de pena e de abandono a meio, por não poder continuar para os restantes dias com os restantes companheiros...
Era tempo de arrumar as bicicletas no carro e fazermos-nos à estrada para regressar a casa. Nos restantes dias, acompanhamos de perto os restantes 3 amigos que continuaram a fazer o GRZ. Ficamos um pouco preocupados com eles por causa do calor e porque as restantes etapas iam ser bem mais duras - mais kms e mais desnível - e o calor e a carga que levavam não ajudavam.
Fisicamente eu não estava com eles a fazer o GRZ, mas em espirito estava! :)
Ficou o desejo de fazer uma nova aventura destas e da próxima vez completa! :)
sexta-feira, 1 de julho de 2016
GRZ - Etapa 1
O dia começou cedo, na pousada da juventude da serra da estrela. Na noite anterior deixamos tudo preparado, bicicletas afinadas e oleadas, mochilas já acondicionadas e portanto de manhã cedinho foi tomar o pequeno almoço e sair da pousada em direção ao inicio da GRZ - a nascente do Zêzere em plena serra da estrela.
O início começou logo a subir, mas o grupo ia animado e entusiasmado por esta grande aventura e sempre no espirito de passeio e de aproveitar as magníficas paisagens que a primeira etapa prometia.
Não poderíamos de visitar mesmo o pequeno parque construído onde nasce o rio Zêzere e as magnificas paisagens do famoso vale glaciar da serra da estrela.
Já visitei esta zona por diversas zonas e é realmente magnífica esta paisagem do vale glaciar até Manteigas. Aqui foi sempre a descer, no inicio pela estrada e depois já seguindo o track em terra batida - a descida era um grande estradão e tenho a impressão que gastei nessa descida metade das pastilhas de travão ! :) BRUTAL!
Chegados lá abaixo a Manteigas e porque iamos nas calmas e em passeio, sempre a tirar fotos e a desfrutar da paisagem demoramos um pouco e o calor já apertava... lá em cima estava fresquinho, mas na zona de Manteigas o calor já se fazia sentir e com as primeiras subidas deu logo para suar um pouco... e tudo é diferente quando estamos carregados com mochilas ou alforjes nas bicicletas...
O calor apertava e toca a fazer uma pausa para retemperar com as bebidas e colocar um pouco mais de protetor solar...
Até que chegamos a uma pequena represa do rio Zêzere e paramos para descansar e alguns dos meus amigos aproveitaram e mandaram uns mergulhos! :) Eu não pois a água estava bem fria, mas com o calor que se sentia, soube muito bem molhar os pés! ;)
Após esta pequena pausa, continuámos até chegarmos a Valhelhas - que tem uma praia fluvial muito bem arranjada, com restaurante e WC's e adivinhem o que se seguiu ?! Novo banho ! e desta vez eu também fui dar uns mergulhos!!! E com o calor que estava, mesmo a água sendo fria, soube muito bem...
E como o espírito era de passeio e de aproveitar estes magníficos lugares, decidimos almoçar no restaurante uns belos de uns frangos assados nesta zona magnífica.
Confesso que depois da paragem para almoço, o recomeçar a pedalar custou um pouco, até porque cada vez estava mais calor. Muito calor...
A partir daqui foi pedalar, e pedalar com muito calor... Bebi imensa água e com o calor que se sentia também alguns eletrólitos ajudaram a percorrer os restantes kms. Até tive que parar para comprar num café uma garrafa de agua fresca que serviu para beber um bom bocado e abastecer o camelbak.
Os últimos kms já quase na covilhã fizeram-se em estrada até ao alojamento que tínhamos reservado e com o calor que estava, custaram um bocadinho... O que valeu é que o alojamento tinha piscina e um pequeno bar de apoio, e passamos o resto da tarde até ao jantar entre banhos na piscina e a beber cervejas e comer... Que bem que souberam aquelas cervejinhas depois do calor que apanhamos.
Esta primeira etapa de quase 80 kms no papel não parecia tão complicada, pois o desnível era pouco, mas com o calor e a pausa que fizemos para o almoço, ainda deu alguma luta!
O alojamento era muito fixe e também tinha restaurante que aproveitamos e reservamos logo para o jantar e como era dia de jogo do euro ainda vimos a vitória de portugal ! :)
Que dia em cheio e que grande primeira etapa do GRZ. Só nos restava descansar o melhor possível para arrancarmos cedo para a 2ª etapa, pois o calor no próximo dia, isso era garantido...
... continua o relato no próximo post...
quinta-feira, 30 de junho de 2016
GRZ - O planeamento e o dia 0
GRZ - Grande Rota do Zêzere.
Foi esta a ideia de uns amigos meus e companheiros de pedaladas, de fazer este ano (2016), no seguimento da anterior experiência em 2015 - o GR22.
O GRZ insere-se num conjunto de grandes rotas existentes no nosso retângulo, que podem ser feitas a pê ou de bicicleta - neste caso também é possível de realizar algumas partes de canoa. Esta grande rota é toda ela ao longo do percurso do rio Zezere, tendo inicio em plena Serra da Estrela (nascente do rio) e termina em Constância (onde desagua o Zêzere no Tejo). Mais informações podem ser consultadas aqui.
Planeamos em fazer esta grande aventura no final de Junho, data que melhor se adequava ao grupo - um total de 7 marretas das 2 rodas! :)
As etapas planeadas foram:
Planeadas as etapas, foram reservados os respetivos alojamentos, tendo em consideração que a primeira etapa começava em plena serra da estrela, a começar no sábado, pelo que viajamos já na sexta feira durante o dia. O alojamento escolhido para o dia 0 foi na pousada da juventude das penhas da saúde.
Infelizmente eu e mais 2 amigos, não podíamos fazer as etapas todas e tivemos que nos organizar para fazer apenas as primeiras 2 etapas, pelo que com o intuito de regressar, deixamos um carro em janeiro de cima - o sitio onde terminava a 2ª etapa e alugamos uma carrinha taxi (previamente reservada) que nos levou a nós e às bikes para as penhas da saúde.
A organização até fez uns equipamentos (jersey e calções) catitas e um dorsal para cada um dos marretas ! :)
Depois de instalados já na pousada da juventude, juntos com os restantes camaradas (os que não foram meninos, e que iam fazer todas as etapas...), fomos jantar no acolhedor e simpatico restaurante "Varanda da estrela", que eu já conhecia pelo famoso arroz de zimbro! :) Ui, e que bom estava!!! :)
Foi esta a ideia de uns amigos meus e companheiros de pedaladas, de fazer este ano (2016), no seguimento da anterior experiência em 2015 - o GR22.
O GRZ insere-se num conjunto de grandes rotas existentes no nosso retângulo, que podem ser feitas a pê ou de bicicleta - neste caso também é possível de realizar algumas partes de canoa. Esta grande rota é toda ela ao longo do percurso do rio Zezere, tendo inicio em plena Serra da Estrela (nascente do rio) e termina em Constância (onde desagua o Zêzere no Tejo). Mais informações podem ser consultadas aqui.
Planeamos em fazer esta grande aventura no final de Junho, data que melhor se adequava ao grupo - um total de 7 marretas das 2 rodas! :)
As etapas planeadas foram:
- Etapa 1: Covão d'ametade - Sangrinhal (68,8 Kms; D+ 645m)
- Etapa 2: Sangrinhal - Janeiro de Cima (55,6 Kms; D+ 1071m)
- Etapa 3: Janeiro de Cima - Pedrogão Pequeno (73,2 Kms; D+ 2676m)
- Etapa 4: Pedrogão Pequeno - Dornes (49,2 Kms; D+ 1300m)
- Etapa 5: Dornes - Trutas (50,7 Kms; D+ 1863m)
- Etapa 6: Trutas - Constância (79,8Kms; D+ 2023m)
Planeadas as etapas, foram reservados os respetivos alojamentos, tendo em consideração que a primeira etapa começava em plena serra da estrela, a começar no sábado, pelo que viajamos já na sexta feira durante o dia. O alojamento escolhido para o dia 0 foi na pousada da juventude das penhas da saúde.
Infelizmente eu e mais 2 amigos, não podíamos fazer as etapas todas e tivemos que nos organizar para fazer apenas as primeiras 2 etapas, pelo que com o intuito de regressar, deixamos um carro em janeiro de cima - o sitio onde terminava a 2ª etapa e alugamos uma carrinha taxi (previamente reservada) que nos levou a nós e às bikes para as penhas da saúde.
A organização até fez uns equipamentos (jersey e calções) catitas e um dorsal para cada um dos marretas ! :)
Depois de instalados já na pousada da juventude, juntos com os restantes camaradas (os que não foram meninos, e que iam fazer todas as etapas...), fomos jantar no acolhedor e simpatico restaurante "Varanda da estrela", que eu já conhecia pelo famoso arroz de zimbro! :) Ui, e que bom estava!!! :)
Portanto a nossa aventura começou da melhor forma - a comer e a beber na companhia de amigos.
... esta história continua no relato mais ou menos pormenorizado das 2 primeiras etapas, que foi as que eu fiz...
terça-feira, 26 de abril de 2016
Maratona TascaDuXico
Incentivado por amigos que já tinham ido a esta maratona, inscrevi-me este ano no famoso evento TascaDuXico com sede na localidade do Pinhal Novo e com incursões à maravilhosa serra da Arrábida.
E desta vez inscrevi-me na modalidade maior - 70 kms com 1500D+ !
Dois dias antes, devido às condições meteorológicas (chuva nos últimos dias) a organização reduziu a distância para os 60 kms (tendo reduzido o desnível também).
Cheguei ao Pinhal Novo cedinho já com o dorsal que o tinha recebido na loja Kombina no Parque das Nações.
Logo ali deu para perceber que a organização era boa - comida e bebidas para o pequeno almoço de todos os participantes; divisão das provas meia maratona e maratona por blocos e a meia partia 30m depois.
O tempo, comparado com os dias anteriores estava maravilhoso - não muito frio e sol com algumas nuvens! :) Enquanto esperava já na zona dos atletas da maratona, comecei a sentir-me algo deslocado, isto porque, era só pro's! E quase tudo com grandes bikes e quase todas roda 29!
Ali estava eu e mais uns poucos que não chegava à dezena com as suas roda 26! :)
A prova começou às 9h e começou com um carro da organização ainda dentro da localidade do Pinhal Novo que só saiu já nos estradões de terra. Quando o carro saiu, a malta começa a acelerar de uma maneira e confirmou o que já tinha pensado na zona de partida - há ali malta que vai para a competição a sério! :)
Os primeiros kms foram percorridos nesses estradões de terra a alta velocidade e com nenhum desnível. Foram mais de 12kms nesse tipo de percurso sempre com médias elevadas devido à cadência que eu impus e que contribuiu logo para pulsações elevadas. Antes das dificuldades já quase em Palmela já havia um abastecimento de líquidos e sólidos (já se faziam as bifanas... :)).
Este primeiro abastecimento foi só pegar em meia banana e colocar um pouco de água na garrafa e siga... depois começaram as dificuldades - subidas e mais subidas e como o terreno estava escorregadio nas descidas era preciso muito cuidado para a bike não fugir - em algumas zonas parecia patinagem!
Na serra da arrábida acabei por andar quase sempre sozinho - isto porque os pro's já iam mais à frente e os da meia maratona acabaram por fazer um percurso bem diferente dos da maratona. A serra da arrábida é muito bonita e passei por trilhos e tipos de terreno bens diferentes. No decorrer da prova comecei aos poucos a quebrar e a perceber que ia ser um grande empeno. As subidas eram dolorosas e algumas tinham que ser feitas com a bike à mão... até que aos 40 e poucos kms vieram as câimbras... e eu já tinha metido um gel para ver se não quebrava, mas nem mesmo assim... :(
Aquilo começou a ser um replay da prova da Lousa - Carcavelos...
... mas que grande empeno... e o grande empeno culminou com uma subida para o castelo de palmela - trilho "a romana"! que subida mais tramada!!! o início da subida foi feita a pé e com imensas dores nas pernas devido às câimbras... depois lá segui devagar na "avózinha"... devagar, devagarinho...
No final da subida estava o último abastecimento... e que bem que soube este abastecimento!
Ainda havia malta da meia maratona e ouvi comentários dessa malta: "Eu só saio daqui quando não houver bifanas!" ... :) Há malta que vai para estas provas só para a comida e bebida!!! até havia vinho!
Depois de também ter comido uma bifana que soube muito bem, "restava" o regresso ao Pinhal Novo, novamente sempre pelos estradões de terra e já deixando para trás Palmela. O regresso foi surpreendente pois consegui impor cadencias elevadas a alta velocidade.
Terminei com um tempo de 4h32m...
...mas que grande empeno! :)
A organização ?! Excelente! 5 estrelas! Sempre pessoal nos cruzamentos a parar o transito; os abastecimentos com tudo; bem sinalizados os trilhos e no final bebidas e comida e lavagem das bikes em condições (e bem que precisava da lavagem, pois havia bastante lama...).
Das melhores organizações de provas que já fui...
abraços e até para o ano! ;)
E desta vez inscrevi-me na modalidade maior - 70 kms com 1500D+ !
Dois dias antes, devido às condições meteorológicas (chuva nos últimos dias) a organização reduziu a distância para os 60 kms (tendo reduzido o desnível também).
Cheguei ao Pinhal Novo cedinho já com o dorsal que o tinha recebido na loja Kombina no Parque das Nações.
Logo ali deu para perceber que a organização era boa - comida e bebidas para o pequeno almoço de todos os participantes; divisão das provas meia maratona e maratona por blocos e a meia partia 30m depois.
O tempo, comparado com os dias anteriores estava maravilhoso - não muito frio e sol com algumas nuvens! :) Enquanto esperava já na zona dos atletas da maratona, comecei a sentir-me algo deslocado, isto porque, era só pro's! E quase tudo com grandes bikes e quase todas roda 29!
Ali estava eu e mais uns poucos que não chegava à dezena com as suas roda 26! :)
A prova começou às 9h e começou com um carro da organização ainda dentro da localidade do Pinhal Novo que só saiu já nos estradões de terra. Quando o carro saiu, a malta começa a acelerar de uma maneira e confirmou o que já tinha pensado na zona de partida - há ali malta que vai para a competição a sério! :)
Os primeiros kms foram percorridos nesses estradões de terra a alta velocidade e com nenhum desnível. Foram mais de 12kms nesse tipo de percurso sempre com médias elevadas devido à cadência que eu impus e que contribuiu logo para pulsações elevadas. Antes das dificuldades já quase em Palmela já havia um abastecimento de líquidos e sólidos (já se faziam as bifanas... :)).
Este primeiro abastecimento foi só pegar em meia banana e colocar um pouco de água na garrafa e siga... depois começaram as dificuldades - subidas e mais subidas e como o terreno estava escorregadio nas descidas era preciso muito cuidado para a bike não fugir - em algumas zonas parecia patinagem!
Na serra da arrábida acabei por andar quase sempre sozinho - isto porque os pro's já iam mais à frente e os da meia maratona acabaram por fazer um percurso bem diferente dos da maratona. A serra da arrábida é muito bonita e passei por trilhos e tipos de terreno bens diferentes. No decorrer da prova comecei aos poucos a quebrar e a perceber que ia ser um grande empeno. As subidas eram dolorosas e algumas tinham que ser feitas com a bike à mão... até que aos 40 e poucos kms vieram as câimbras... e eu já tinha metido um gel para ver se não quebrava, mas nem mesmo assim... :(
Aquilo começou a ser um replay da prova da Lousa - Carcavelos...
... mas que grande empeno... e o grande empeno culminou com uma subida para o castelo de palmela - trilho "a romana"! que subida mais tramada!!! o início da subida foi feita a pé e com imensas dores nas pernas devido às câimbras... depois lá segui devagar na "avózinha"... devagar, devagarinho...
No final da subida estava o último abastecimento... e que bem que soube este abastecimento!
Ainda havia malta da meia maratona e ouvi comentários dessa malta: "Eu só saio daqui quando não houver bifanas!" ... :) Há malta que vai para estas provas só para a comida e bebida!!! até havia vinho!
Depois de também ter comido uma bifana que soube muito bem, "restava" o regresso ao Pinhal Novo, novamente sempre pelos estradões de terra e já deixando para trás Palmela. O regresso foi surpreendente pois consegui impor cadencias elevadas a alta velocidade.
Terminei com um tempo de 4h32m...
...mas que grande empeno! :)
A organização ?! Excelente! 5 estrelas! Sempre pessoal nos cruzamentos a parar o transito; os abastecimentos com tudo; bem sinalizados os trilhos e no final bebidas e comida e lavagem das bikes em condições (e bem que precisava da lavagem, pois havia bastante lama...).
Das melhores organizações de provas que já fui...
abraços e até para o ano! ;)
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Há dias assim...
Mas que bom que foi voltar a andar no anterior fim de semana na companhia de amigos!!!
Já não andava deste a prova da Abrigada em Montejunto a 17 Jan. Após essa prova, levei a bicicleta à revisão essencialmente para as seguintes coisas:
- revisão do amortecedor traseiro
- pastilhas dianteiras
- afinação das mudanças
- Colocar liquido selante nos pneus
A revisão do amortecedor traseiro, por ser da DT Swiss/Scott tem mesmo que ir para a marca e é uma pipa de massa, mas já estava a precisar depois de ano e meio de muitos kms/horas !
... mas eu parece que tenho azar com as revisões das suspensões (ver aqui) e mais uma vez demorou mais tempo do que o previsto inicialmente, isto porque desta vez, o amortecedor veio da Scott e depois teve que ir outra vez pois a peça que faz o bloqueio - onde prende o cabo para os 3 modos de bloqueio estava já estragado ...
As mudanças teve que levar um cabo novo e uma espiral pois andavam a saltar.
Coloquei também uns punhos de silicone no guiador:
Mas voltando ao inicio - que bom que soube andar na companhia de amigos em Sintra. No dia anterior chovia e pensei 2 vezes antes de me levantar no domingo... quando estava a ir de carro para Sintra chovia imenso e eu pensei : "mas o que é que eu estou aqui a fazer!?" :)
... Mas chegado a Sintra parou de chover e eu estava com a pica toda para testar a bike - o amortecedor revisto, os punhos, as mudanças,... mas sobretudo porque já estava com saudades de andar...
E há dias assim... maravilhoso... O sol espreitou... não choveu mais... não estava frio... não apanhamos lama... trilhos magníficos na serra de sintra... na companhia de amigos... e a bicicleta impecável !!!
Abraços e boas pedaladas.
PS: O amortecedor ficou mesmo fixe e só depois da revisão é que se percebe que estava mesmo a precisar - agora no modo bloqueado a bike fica mesmo rígida, parece uma HT e também se nota uma sensibilidade e leitura do terreno no modo aberto totalmente diferente!
é muito cara a revisão, mas parece ter ficado fixe!
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Abrigada 35k
O ano passado estive inscrito nesta prova, mas porque fiquei doente tive que cancelar a minha participação.
Neste inicio de ano decidi inscrever-me outra vez apesar - nesta primeira prova do ano!
Está é uma altura do ano em que é tramado por ser uma incógnita "a meteorologia" que vamos apanhar e ao que parece nos outros anos tem estado sempre chuva e lama...
Este ano tive sorte - pois não dava chuva e lama não havia quase nenhuma...
Acordei cedo, pois ainda tinha que fazer a viagem de carro até Abrigada (perto de Alenquer) em pleno "sopé" da Serra de Montejunto.
Cheguei cedinho ainda bem a tempo de levantar o dorsal e de beber um cafezinho no café do sitio e de me colocar bem pertinho da zona da partida ! :)
... e que frio que estava !!! ui ui! o termômetro marcava 5º C.
Quando começou havia malta a acelerar que nem loucos e logo ali percebi que estava muita gente com espirito de competição e muita malta que anda muito... eu tentei ir no meu ritmo, mas como é óbvio nestas provas vai-se sempre um pocuo a mais do nosso ritmo e passado alguns primeiros kms a sair da localidade, começo logo a sentir que ia demasiado rápido... :P
O percurso tinha uns trilhos feitos especificamente para esta prova, bem giros... a zona é bem gira...
Após cerca de 18kms (aprox.) surgiu o primeiro abastecimento e logo ai percebi que tinha que me poupar, pois o desnível feito até então visualizado no Garmin ainda não acusava muito e sabia que a prova tinha quase 1000 mts de D+.
E depois é que foi subir ! Que grande subida lá para cima... até tive que desmontar numa zona do percurso... nesta altura comecei a perceber porque dizem que a serra de Montejunto é durinha!
Lá em cima apanhei uma zona de bastante pedra solta e percurso algo acidentado, o que acaba por exigir também algum esforço - agora já ia cansado (as câimbras estavam quase a aparecer...) e a pensar: "Espero não furar..." :)
O que vale é que a partir dos 26/27 kms foi sempre a descer !!! e que grande descida!!! ... e eu que ia já sem pastilhas na frente! :) aquilo era travar sobretudo com o de trás... ;)
Acabei ainda cedo, tendo feito os 35 kms em 2h28m (tempo oficial) - acabei na 1ª metade dos participantes dos 35 kms!
Foi fixe! A serra de Montejunto é fixe! Tenho que lá voltar...
Abraços e boas voltinhas...
Neste inicio de ano decidi inscrever-me outra vez apesar - nesta primeira prova do ano!
Está é uma altura do ano em que é tramado por ser uma incógnita "a meteorologia" que vamos apanhar e ao que parece nos outros anos tem estado sempre chuva e lama...
Este ano tive sorte - pois não dava chuva e lama não havia quase nenhuma...
Acordei cedo, pois ainda tinha que fazer a viagem de carro até Abrigada (perto de Alenquer) em pleno "sopé" da Serra de Montejunto.
Cheguei cedinho ainda bem a tempo de levantar o dorsal e de beber um cafezinho no café do sitio e de me colocar bem pertinho da zona da partida ! :)
... e que frio que estava !!! ui ui! o termômetro marcava 5º C.
Quando começou havia malta a acelerar que nem loucos e logo ali percebi que estava muita gente com espirito de competição e muita malta que anda muito... eu tentei ir no meu ritmo, mas como é óbvio nestas provas vai-se sempre um pocuo a mais do nosso ritmo e passado alguns primeiros kms a sair da localidade, começo logo a sentir que ia demasiado rápido... :P
O percurso tinha uns trilhos feitos especificamente para esta prova, bem giros... a zona é bem gira...
Após cerca de 18kms (aprox.) surgiu o primeiro abastecimento e logo ai percebi que tinha que me poupar, pois o desnível feito até então visualizado no Garmin ainda não acusava muito e sabia que a prova tinha quase 1000 mts de D+.
E depois é que foi subir ! Que grande subida lá para cima... até tive que desmontar numa zona do percurso... nesta altura comecei a perceber porque dizem que a serra de Montejunto é durinha!
Lá em cima apanhei uma zona de bastante pedra solta e percurso algo acidentado, o que acaba por exigir também algum esforço - agora já ia cansado (as câimbras estavam quase a aparecer...) e a pensar: "Espero não furar..." :)
O que vale é que a partir dos 26/27 kms foi sempre a descer !!! e que grande descida!!! ... e eu que ia já sem pastilhas na frente! :) aquilo era travar sobretudo com o de trás... ;)
Acabei ainda cedo, tendo feito os 35 kms em 2h28m (tempo oficial) - acabei na 1ª metade dos participantes dos 35 kms!
Foi fixe! A serra de Montejunto é fixe! Tenho que lá voltar...
Abraços e boas voltinhas...
sábado, 2 de janeiro de 2016
2015 foi assim...
2015 já passou...
Neste ano tal como tinha dito aqui, tinha definido alguns objetivos pessoais... Fui a todas as que estavam nessa lista com exceção da de Portalegre...
Neste ano tal como tinha dito aqui, tinha definido alguns objetivos pessoais... Fui a todas as que estavam nessa lista com exceção da de Portalegre...
A foto não engana - fui a algumas provas / passeios no ano passado:
Acabei por fazer muitas das provas / passeios inseridos na taça Joaquim Agostinho na zona de Torres Vedras e arredores, que tem excelentes sitios para a prática ciclista!
E qual a que gostei mais ? é difícil dizer - mas uma que me marcou foi a da Lousa - mas que grande empeno !!! :)
A do ATV também gostei, mas não estava devidamente preparado... e a de Santarém pelas condições meteorológicas também foi interessante! :)
A que menos gostei foi a de Monsanto...
No total (segundo o strava) foram 2000 kms - e devem ter sido mais, pois nem sempre ia com o strava ligado e só adquiri o garmin 510 já em Agosto.
Venha 2016 cheio de kms e de passeios giros...
domingo, 20 de dezembro de 2015
Novo espigão
Ora aqui está mais um upgrade que foi realizado no meu avião. :)
Um espigão de selim - o Ritchey WCS Carbon 1-Bolt em carbono !
O que tinha era ainda o original da Bike - um da scott.
Aproveitei uma promoção espectacular num dos sites de venda online e adquiri este espigão de selim, algo que já tinha em mente na ótica de redução de peso. Também tinha em mente comprar uma marca reconhecida e de qualidade, tendo em consideração que é uma peça que não convém partir ! :)
A medida / diâmetro é a mesma - 31,6 mm e também com recuo, mas como não sou muito alto decidi comprar no comprimento de 350mm ao invés dos 400mm - e ainda tenho bastante margem, ainda bem acima da linha de segurança do espigão.
E o que ganhei ?
Bom, não é difícil de adivinhar - peso!!! ou seja perdi bastante peso, tendo em consideração que é apenas uma peça mas em carbono e um pouco em menor comprimento. O espigão da Ritchey pesa menos de 200 gr, o que permitiu poupar uns 130 gr !!! Incrível!!!
Aqui está ele já depois da voltinha de estreia e já sujo de terra - coloquei um pouco atrás nos carris do selim, pois senão ficou muito atras na bike... será que devia ter optado pela opção sem recuo ?
Um espigão de selim - o Ritchey WCS Carbon 1-Bolt em carbono !
O que tinha era ainda o original da Bike - um da scott.
Aproveitei uma promoção espectacular num dos sites de venda online e adquiri este espigão de selim, algo que já tinha em mente na ótica de redução de peso. Também tinha em mente comprar uma marca reconhecida e de qualidade, tendo em consideração que é uma peça que não convém partir ! :)
A medida / diâmetro é a mesma - 31,6 mm e também com recuo, mas como não sou muito alto decidi comprar no comprimento de 350mm ao invés dos 400mm - e ainda tenho bastante margem, ainda bem acima da linha de segurança do espigão.E o que ganhei ?
Bom, não é difícil de adivinhar - peso!!! ou seja perdi bastante peso, tendo em consideração que é apenas uma peça mas em carbono e um pouco em menor comprimento. O espigão da Ritchey pesa menos de 200 gr, o que permitiu poupar uns 130 gr !!! Incrível!!!
Aqui está ele já depois da voltinha de estreia e já sujo de terra - coloquei um pouco atrás nos carris do selim, pois senão ficou muito atras na bike... será que devia ter optado pela opção sem recuo ?
Abraços e bons upgrades. ;)
domingo, 29 de novembro de 2015
New wheels
O avião recebeu novas asas, ou melhor, recebeu um upgrade que para muitos dizem ser o melhor e maior upgrade numa bicicleta - umas rodas!
O processo começou com a mentalização que para efetuar este upgrade tinha que gastar bastante dinheiro e com os seguintes objetivos em mente: tirar algumas gramas e ganhar agilidade e rigidez.
Após alguma indecisão e após muitas leituras de reviews e de opiniões decidi-me por umas DT Swiss XR 1501 Spline One, roda 26'.
Aproveitei um preço muito bom numa das lojas online e encomendei-as. As rodas 26' começam já a não ser muitas e muitas marcas nos novos modelos só lançam os modelos 27,5 e 29, pelo que era agora ou nunca! Mas como desejo manter a minha scott spark por mais alguns anos...
Tinha algumas dúvidas sobre a medida e a necessidade de adaptador na roda dianteira pois a minha suspensão é QR 9mm, mas o kit das 2 rodas incluía:
- roda da frente e traseira
- fitas para adaptar para tubeless
- 2 válvulas presta para adaptar para tubeless
- 2 5mm RWS
- adaptadores para 5/100 para a frente e 5/135 para trás
Peso total das rodas: 1410 gr !!! :)
Já as coloquei à mais de 2 meses e coloquei logo como tubeless (obviamente) com os mesmos pneus que tinha nas anteriores - Continental X-King à frente e Race King atrás e o que posso dizer deste upgrade ?!
BRUTAIS !!!
A primeira vez que fui andar com as novas rodas, senti logo uma diferença abismal na leveza e na rigidez das mesmas. Parece que as outras tinha atrito e estas têm manteiga - aquilo desliza que é uma maravilha !!!
Nas descidas até sento medo, tal é a velocidade que a bike ganha! Uma diferença que se nota bem... Até parece que estou a gastar mais pastilhas de travão!!!
Atenção que as que tinha (também umas DT Swiss) são uma média gama e acabei por retirar ao conjunto mais de 400 gr ! Nas rodas ainda se nota mais esse peso a menos...
Depois à semelhança que tenho andado mais, tenho notado também na agilidade nos singles e nas subidas como cortei peso, também se nota... e muito!!!
Sem dúvida um grande upgrade! de algum investimento, mas sem dúvida o melhor upgrade que se pode fazer a uma bicicleta. Até agora tive zero problemas e já as submeti a condições de andamento e de meteorologia bem agrestes (a meia maratona de santarém foi uma granda tareia....)
A bike agora está quase nos 11 kg (com os pedais de encaixe) ! :)
Abraços e bons upgrades... :)
O processo começou com a mentalização que para efetuar este upgrade tinha que gastar bastante dinheiro e com os seguintes objetivos em mente: tirar algumas gramas e ganhar agilidade e rigidez.
Após alguma indecisão e após muitas leituras de reviews e de opiniões decidi-me por umas DT Swiss XR 1501 Spline One, roda 26'.
Aproveitei um preço muito bom numa das lojas online e encomendei-as. As rodas 26' começam já a não ser muitas e muitas marcas nos novos modelos só lançam os modelos 27,5 e 29, pelo que era agora ou nunca! Mas como desejo manter a minha scott spark por mais alguns anos...
Tinha algumas dúvidas sobre a medida e a necessidade de adaptador na roda dianteira pois a minha suspensão é QR 9mm, mas o kit das 2 rodas incluía:
- roda da frente e traseira
- fitas para adaptar para tubeless
- 2 válvulas presta para adaptar para tubeless
- 2 5mm RWS
- adaptadores para 5/100 para a frente e 5/135 para trás
Peso total das rodas: 1410 gr !!! :)
Já as coloquei à mais de 2 meses e coloquei logo como tubeless (obviamente) com os mesmos pneus que tinha nas anteriores - Continental X-King à frente e Race King atrás e o que posso dizer deste upgrade ?!
BRUTAIS !!!
A primeira vez que fui andar com as novas rodas, senti logo uma diferença abismal na leveza e na rigidez das mesmas. Parece que as outras tinha atrito e estas têm manteiga - aquilo desliza que é uma maravilha !!!
Nas descidas até sento medo, tal é a velocidade que a bike ganha! Uma diferença que se nota bem... Até parece que estou a gastar mais pastilhas de travão!!!
Atenção que as que tinha (também umas DT Swiss) são uma média gama e acabei por retirar ao conjunto mais de 400 gr ! Nas rodas ainda se nota mais esse peso a menos...
Depois à semelhança que tenho andado mais, tenho notado também na agilidade nos singles e nas subidas como cortei peso, também se nota... e muito!!!
Sem dúvida um grande upgrade! de algum investimento, mas sem dúvida o melhor upgrade que se pode fazer a uma bicicleta. Até agora tive zero problemas e já as submeti a condições de andamento e de meteorologia bem agrestes (a meia maratona de santarém foi uma granda tareia....)
A bike agora está quase nos 11 kg (com os pedais de encaixe) ! :)
Abraços e bons upgrades... :)
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Meia Maratona Santarém
E aqui fomos nós a mais uma meia em Santarém, prova integrada no festival bike anual em Santarém.
Antes do primeiro abastecimento, começa a chover e eu a pensar - "prontos, já não vou ter essa sorte, de não apanhar uma chuvada..." e decido após o abastecimento vestir o (muito pouco) impermeável e corta vento, numa altura em que o meu jersey já estava ensopado, pois já caía bastante chuva...
Acordei cedinho com previsões metereológicas muito pessimistas, pois estavam previstas chuvas fortes e muito vento. No dia anterior e mesmo no próprio dia quando acordei e vi tudo molhado pensei em não ir, mas como gosto muito de ir à exposição das bikes e já que lá tinha que ir a Santarém, decidi equipar-me e fazer-me à estrada, desta vez com um saco com muda de roupa e toalha para tomar banho.
Quando cheguei lá estava um calor esquisito e um céu carregado de nuvens pretas... Por momentos pensei, talvez ainda me safe do temporal previsto...
A partida deu-se às 9h40, 10 minutos depois da partida da Maratona que eram 80 kms.
Na subida inicial para Santarém, deu para perceber que as sensações não eram as melhores e o meu ritmo cardíaco disparou para o máximo... :(
Desta vez, ao contrário do ano passado, fizeram um percurso diferente, com bastante estrada, onde no inicio se andava realmente rápido sempre com mudanças pesadas - as rodas 29 tinham vantagem... e com maior desnível de aprox. 800 mts.
A partir daí foi levar com chuva e vento até ao fim.... Ia com metade dos kms quando meto conversa com um bttista, que me disse: "E o pior está para vir... vem aí zona de muita lama e de descidas que com lama não dá para fazer...". A certa altura pensei: "...mas o que é que eu estou aqui a fazer..." :)
Passados alguns kms apareceram os percursos com lama, muita lama... Uma ou outra súbida que não dava para fazer e eu que não estou muito habituado a andar com lama, em certas zonas parecia que estava a fazer patinagem artística, tal era o deslize que a bicicleta fazia - tendo que ir com mudanças leves para superar os trilhos lamacentos e muito escorregadios...
Até que chego a uma zona de descida em que fica tudo parado! e cada vez a chover mais, e mais... A descida era perigosa (mesmo sem lama), mas com a chuva que estava e a lama, até a fazer a pé era perigosa... era tudo a cair mesmo com a bike à mão! :) Aquilo é que foi um SPA de Lama !!!! Eu já estava por tudo... e chegou a ser engraçado ver aquele cenário...
Passado essa dificuldade em que devo ter estado mais de 10 minutos parado, começa a cair uma chuvada, mas uma chuvada brutal - um verdadeiro dilúvio... havia pessoal que dizia: "Eu só quero chegar o mais rápido possível à meta..." ou "espero que não me aconteça como há 2 anos atrás em que lixei a transmissão e tive que fazer 12 kms a pé...".
Eu parecia um louco - a gritar - que adrenalina ... a chover a potes e eu só me lembrava de cenas de filmes do vietnam. :) Que loucura! Estava a curtir bué! Impressionante, estava todo molhado, todo sujo, quase não via nada tal era o dilúvio e eu a gritar que nem um louco "Vietnam";"Yeah";"Vamos embora..." e a colocar cada vez mais mudanças pesadas com bastante cadência... Por momentos, naqueles instantantes, acho que atingi o "flow state" :)
A chuva era tanta que acabou por lavar (mais ou menos) a muita lama que a bicicleta tinha...
Por breves instantes após o momento de loucura, comecei a recear ter algum problema mecânico e ter que ficar ali ou ter que ir a pé...
... mas tudo correu bem até ao fim, excepto ter ficado sem o bloquei das suspensões no twinloc da Scott, que ficou desajustado...
Terminei os 45 kms da prova em 2h40 (aprox.)
Depois do banho tomado e roupa lavada fui almoçar com um colega num restaurante em Santarém e depois durante a tarde fui visitar a exposição onde deu para conhecer algumas das novidades das 2 rodas...
... e ainda tirei uma foto com o Gamito no stand da Scott, com direito a livrinho da scott 2016 autografado! :)
Abraços e boas pedaladas... E a chuva não é desculpa para não ir andar...
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Calções Assos
Isto do BTT, quem não conheça pensa que é ter apenas uma bike e tá feito... mas há inúmeros acessórios que considero essenciais para a prática deste desporto. Um deles são os calções almofadados - pois o nosso corpinho, nomeadamente o rabinho vão agradecer toda o conforto que lhe pudermos dar, pois passar algumas horas numa bicicleta com um selim minúsculo não é nada fácil.
Já por diversas vezes em conversas com amigos que lançam-se em desafios de etapas longas de 100 kms ou mais - o que significa muitas horas em cima do selim, me falavam que os melhores calções sem qualquer das dúvidas são os Assos.
Pois bem, decidi perder amor ao dinheiro e comprar uns calções Assos, para realmente verificar se são assim tão bons como apregoam ...
Já por diversas vezes em conversas com amigos que lançam-se em desafios de etapas longas de 100 kms ou mais - o que significa muitas horas em cima do selim, me falavam que os melhores calções sem qualquer das dúvidas são os Assos.
Pois bem, decidi perder amor ao dinheiro e comprar uns calções Assos, para realmente verificar se são assim tão bons como apregoam ...
Comprei o modelo S7 T.equipe da Assos, que ainda são mais caros, mas mais apropriados para o btt.
Após já os ter experimentado umas 3/4 vezes, posso dizer que realmente são mesmo bons! É que são mesmos bons!
E o que caracteriza estes calções e que os torna distintos dos outros... Nem é a carneira ser o mais fofa ou com mais enchimento...
Julgo que a melhor característica dos calções é a forma como a carneira se encaixa no corpo e como fica sempre ajustado e na posição correta sem roçar na pele e o contacto com o selim. A zona genital oferece bastante ventilação que é essencial com as longas horas em cima do selim.
Os calções ficam mesmo justos - o tecido parece muito bom. As alças ajudam também no conforto e no ajuste ao corpo.
Normalmente com uns calções normais a partir dos 40 kms começa-se a sentir algum incómodo e dependendo do percurso e nº de horas começa-se cada vez a sentir mais incómodo... mas posso dizer que com estes Assos na volta que fiz maior (60 kms) estava impecável na zona traseira! :)
Que maravilha! O único senão é o preço, mas que são mesmo bons, isso são!
Esperemos que durem muito tempo...
Abraços e invistam em bom equipamento pois as vezes é melhor do que comprar material para poupar umas gramas.
sábado, 26 de setembro de 2015
Maratona ATV55 60kms
No passado domingo a 20 de Setembro fui tal como o ano passado a mais uma maratona atv55 em torres vedras.
O ano passado gostei bastante desta maratona e este ano já me tinha proposto fazer mais uma vez.
Esta prova este ano foi integrada nas maratonas Joaquim Agostinho - algumas que também consegui ir - Sobral, Arneiros, etc...
Desta vez escolhi, tal como no ano passado a vertente dos 60 kms que com um total de desnível acumulado de aprox. 1300 mts.
Acordei cedinho pois ainda tinha que ir buscar o dorsal antes das 8h30m, pois a partida estava marcada para as 9h.
Saiu, tal como o ano passado, do parque da várzea em torres vedras - local também de chegada.
Esta maratona em termos de organização é exemplar - tudo muito bem organizado em termos de entrega de dorsais, a zona da partida, estacionamento mais do que suficiente na zona da partida/chegada, a sinalização e marcação dos trilhos, os abastecimentos vários, a zona de chegada, lavagem de bicicletas e zona de banhos, a comunicação via facebook, mail, etc... - tudo 5 estrelas!
E como me correu a prova ? Genericamente bem, pois fiz os 60 kms e não cai nem me aleijei! :)
A prova dos 60 kms foi caracterizada por 2 partes distintas: A 1ª parte partilhada com a meia maratona de 35 kms (onde estavam inscritos a maioria dos participantes) com percursos muito variados - singles, descidas giras, subidas q.b. - bem giro o percurso e depois uma 2ª parte que era para os malucos que foram fazer os 60 kms um pouco diferente - com subidas muito lixadas e que com o calor que se fazia sentir foram algo durinhas...
Uma dessas subidas situadas aos 45 kms tinha um prémio de montanha - acho que a subida eram mais de 2,5 kms - quando cheguei lá acima depois o suor escorria-me pela cara - que subida tramada - ao nível da subida da morte do ano passado, mas com o calor ainda se tornou mais difícil...
Nessa altura já acumulava o cansaço e comecei a recear pelas câimbras, que apareceram aos 50 kms aprox., numa subida mais lixada...
A partir daí foi gerir o esforço e cansaço que cada vez era maior, até ao final, tentando não pedalar tão pesado, pois as câimbras estavam lá. Depois do 2º abastecimento, houve ainda 2 sítios onde havia garrafas de água que estavam no sitio certo, pois o calor era muito - em cartas zonas o termômetro marcou 34º.
Antes de chegar à zona de chegada no parque da várzea em torres vedras houve uma descida brutal que meteu respeito - por pouco não caí! :/
Se não fossem as câimbras teria feito muito melhor, mas a partir dos 50 kms não deu para mais... Fiz pouco mais de 4horas a quase 15 km/h. Se tivesse feito a meia maratona dos 35 kms faria um grande tempo - pois a partir dos 40 kms é que vieram as grandes dificuldades do percurso...
Para o ano espero voltar e em melhores condições, pois esta maratona é sem dúvida das melhores ! :)
O ano passado gostei bastante desta maratona e este ano já me tinha proposto fazer mais uma vez.
Esta prova este ano foi integrada nas maratonas Joaquim Agostinho - algumas que também consegui ir - Sobral, Arneiros, etc...
Desta vez escolhi, tal como no ano passado a vertente dos 60 kms que com um total de desnível acumulado de aprox. 1300 mts.
Acordei cedinho pois ainda tinha que ir buscar o dorsal antes das 8h30m, pois a partida estava marcada para as 9h.
Saiu, tal como o ano passado, do parque da várzea em torres vedras - local também de chegada.
Esta maratona em termos de organização é exemplar - tudo muito bem organizado em termos de entrega de dorsais, a zona da partida, estacionamento mais do que suficiente na zona da partida/chegada, a sinalização e marcação dos trilhos, os abastecimentos vários, a zona de chegada, lavagem de bicicletas e zona de banhos, a comunicação via facebook, mail, etc... - tudo 5 estrelas!
A prova dos 60 kms foi caracterizada por 2 partes distintas: A 1ª parte partilhada com a meia maratona de 35 kms (onde estavam inscritos a maioria dos participantes) com percursos muito variados - singles, descidas giras, subidas q.b. - bem giro o percurso e depois uma 2ª parte que era para os malucos que foram fazer os 60 kms um pouco diferente - com subidas muito lixadas e que com o calor que se fazia sentir foram algo durinhas...
Uma dessas subidas situadas aos 45 kms tinha um prémio de montanha - acho que a subida eram mais de 2,5 kms - quando cheguei lá acima depois o suor escorria-me pela cara - que subida tramada - ao nível da subida da morte do ano passado, mas com o calor ainda se tornou mais difícil...
Nessa altura já acumulava o cansaço e comecei a recear pelas câimbras, que apareceram aos 50 kms aprox., numa subida mais lixada...
A partir daí foi gerir o esforço e cansaço que cada vez era maior, até ao final, tentando não pedalar tão pesado, pois as câimbras estavam lá. Depois do 2º abastecimento, houve ainda 2 sítios onde havia garrafas de água que estavam no sitio certo, pois o calor era muito - em cartas zonas o termômetro marcou 34º.
Antes de chegar à zona de chegada no parque da várzea em torres vedras houve uma descida brutal que meteu respeito - por pouco não caí! :/
Se não fossem as câimbras teria feito muito melhor, mas a partir dos 50 kms não deu para mais... Fiz pouco mais de 4horas a quase 15 km/h. Se tivesse feito a meia maratona dos 35 kms faria um grande tempo - pois a partir dos 40 kms é que vieram as grandes dificuldades do percurso...
Para o ano espero voltar e em melhores condições, pois esta maratona é sem dúvida das melhores ! :)
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Fexpomalveira 2015
Este passeio foi decidido à ultima da hora - 2 dias antes de terminar o prazo de inscrição e foi-me indicado por um amigo como sendo um dos melhores nesta altura do ano - altura de férias...
Existiam 2 versões: a simples - 25 kms (600 de acumulado) e a mais complicada - 45 kms (1000 de acumulado).
O percurso (ambos) incluía uma passagem pela tapada de Mafra.
Escolhi a versão mais simples pois regressado de férias, achei melhor não arriscar...
Ao chegar à Malveira, o dia algo ameaçava uns chuviscos... ao começar a prova às 9h começou uma chuvinha irritante e foi quase todo o percurso à chuva - quem diria que em pleno Agosto apanharia este tempo! Felizmente o terreno nunca chegou a ficar muito lamacento e pesado.
A Tapada de Mafra revelou-se uma surpresa bem durinha - nunca pensei que fosse tão durinha - muitas subidas, mas o esforço foi recompensado pelo abastecimento simpático no final de umas subidinhas ainda na tapada.
Senti-me bem durante grande parte do percurso exceto numa zona lá da tapada que custou um bocadinho, mas com o passar dos kms senti-me cada vez melhor.
A maioria das pessoas escolheu o percurso dos 45 kms, e eu fiz grande parte do percurso sozinho... cheguei no final do percurso ainda cheio de força e com genica para fazer mais uns kms... fui quase dos primeiros a chegar pois a maioria ainda estava na prova dos 45 kms...
Como nota negativa para a organização - não tinha tempos cronometrados e não consegui perceber onde se lavava a bicicleta - algo que até dava jeito pois com a chuva bike ficou um pouco suja...
Aqui está um video que foi disponibilizado no facebook de alguém que filmou o passeio que dá para ter uma ideia do que foram os 45 kms:
Foi fixe, mas para a próxima faço a dos 45 kms. :)
Existiam 2 versões: a simples - 25 kms (600 de acumulado) e a mais complicada - 45 kms (1000 de acumulado).
O percurso (ambos) incluía uma passagem pela tapada de Mafra.
Escolhi a versão mais simples pois regressado de férias, achei melhor não arriscar...
Ao chegar à Malveira, o dia algo ameaçava uns chuviscos... ao começar a prova às 9h começou uma chuvinha irritante e foi quase todo o percurso à chuva - quem diria que em pleno Agosto apanharia este tempo! Felizmente o terreno nunca chegou a ficar muito lamacento e pesado.
A Tapada de Mafra revelou-se uma surpresa bem durinha - nunca pensei que fosse tão durinha - muitas subidas, mas o esforço foi recompensado pelo abastecimento simpático no final de umas subidinhas ainda na tapada.
Senti-me bem durante grande parte do percurso exceto numa zona lá da tapada que custou um bocadinho, mas com o passar dos kms senti-me cada vez melhor.
A maioria das pessoas escolheu o percurso dos 45 kms, e eu fiz grande parte do percurso sozinho... cheguei no final do percurso ainda cheio de força e com genica para fazer mais uns kms... fui quase dos primeiros a chegar pois a maioria ainda estava na prova dos 45 kms...
Como nota negativa para a organização - não tinha tempos cronometrados e não consegui perceber onde se lavava a bicicleta - algo que até dava jeito pois com a chuva bike ficou um pouco suja...
Aqui está um video que foi disponibilizado no facebook de alguém que filmou o passeio que dá para ter uma ideia do que foram os 45 kms:
Foi fixe, mas para a próxima faço a dos 45 kms. :)
domingo, 30 de agosto de 2015
Upgrade ou não upgrade... eis a questão...
Isto das bikes, já vos disse que é um hobbie, certo !? e que andamos sempre a magicar nos componentes que tem e o que pode ser melhorado e como XC sempre com o objetivo de poupar umas gramas, porque o ciclista perder peso é mais difícil. :)
Neste momento o avião está com 11,4 kg (já com os pedais crank brothers candy 3).
Pois bem aqui está a lista de coisas que podem fazer atingir o objetivo de baixar umas gramas no avião:
a)
Rodas
Por muito boa gente o melhor upgrade que pode ser efetuado. e também o maior (€€€) investimento, para além de quadro e suspensões... pois diz-se que a poupança nas rodas pode ser multiplicado por 2x - tem a ver com aquela história do peso dinâmico... etc e tal! :)
Ando a ver Mavic CrossMax SL ou numas DT Swiss XR 1501 - que pesam ambas 1400 gr aprox.
Poupança estimada: +- 400 gr
b)
Guiador
O meu guiador atual é de 680 mm de largura 31,8, que penso que pese aprox. 300 gr.
Desejo um que seja mais leve mas seguro e que mantenha a mesma largura ou mais ou menos 10 mm.
Acham que um em carbono pode ser um risco ? Sugestões de marcas / modelos, têm ?
Se comprar um de 150 gr:
Poupança estimada: +- 150 gr
c)
Espigão de selim
Atualmente tenho um de aluminio de 400 mm
Acham que se colocar um de carbono de de 350 mm / 300 mm é mau ?
Poupança estimada: +- 100 gr
d)
Cassete 10v
Se colocar uma cassete xtr ou SRAM... A SRAM dá para o meu grupo XT (desviador) ? e preciso de trocar mais alguma coisa para além da corrente ? Neste momento tenho uma 11-36. acham que com 11-34 fico mal servido ? eu quase nunca uso o disco maior de dentes 36.
Poupança estimada: +- 100 gr
e)
Pedais de encaixe
Neste momento tenho uns crankbrothers Candy 3 mas posso trocar por uns eagbeater 1 mais leves
Poupança estimada: +- 40 gr
f)
avanço de guiador
Não faço ideia o que tenho e a dimensão do que tenho... mas já pensei que se calhar com um avanço com pouco menos de dimensão ficava melhor.
Acham que vale a pena o investimento ? e se sim para ganhar quantas gr ?
Poupança estimada: ???
g)
Pratos / Pedaleira
Neste momento tenho 3 pratos de dimensões 42, 32 e 24.
Raramente uso o 24 aka "avózinha".
Acham que uma opção boa seria mudar para 2 pratos apenas ? e se sim que relação sugerem e que grupo ? Não esquecer que é uma roda 26 ! Talvez uns 40/28 ?!
Poupança estimada: ???
Upgrade ou não upgrade... eis a questão! :)
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Garmin 510
Quando comprei o meu avião, adquiri também um conta kms normal sigma que até era sem fios...
... mas como andamos sempre a pensar em adquirir cenas fixes para as nossas "2 rodas", comprei uma coisinha um pouco mais evoluida - um Garmin 510.
Após alguma indecisão sobre qual o modelo escolhi o 510, em vez do 810.
Escolhi a opção bundle que vem com:
- Banda de medição cardiaca da Garmin
- Suportes (2 para a bike)
- Sensor de cadência
... e toda a parafernália de cabos, carregador de bateria e borrachas e mais adaptadores para outra bike...
... mas como andamos sempre a pensar em adquirir cenas fixes para as nossas "2 rodas", comprei uma coisinha um pouco mais evoluida - um Garmin 510.
Após alguma indecisão sobre qual o modelo escolhi o 510, em vez do 810.
Escolhi a opção bundle que vem com:
- Banda de medição cardiaca da Garmin
- Suportes (2 para a bike)
- Sensor de cadência
... e toda a parafernália de cabos, carregador de bateria e borrachas e mais adaptadores para outra bike...
Após algumas semanas de teste, posso dizer que estou bastante satisfeito. As funcionalidades de emparelhamento com a banda de medição cardíaca e com o smartphone via bluetooth com a app Garmin Connect são muito fáceis.
O dispositivo é relativamente pequeno, tem boa visibilidade diurna e noturna, permite configurar tudo e mais alguma coisa a gosto de cada um. E tem uma muito boa bateria... dá para muitas horas a pedalar... ...muitas mais do que as que o bttista aguenta :)
Permite um sem número de parametrizações possíveis, tais como alertas por nº de kms, por tempo, por ritmo cardíaco, autolaps, autopause, zonas de treino, etc, etc... e permite ter configurado várias bicicletas! Quando é que vem a de estrada ?! :)
O que configurei na página principal quando costumo andar é:
- Ritmo cardíaco
- Dist|ancia em kms percorrida
- Tempo
- Velocidade média
- Hora do dia
- Temperatura
Depois numa outra página mais secundária tenho por exemplo: % elevação momentânea, total de desnível acumulado, Calorias, Direção...
Depois tem ainda a funcionalidade de permitir carregar percursos (ficheiros tipicamente no formato gpx) e ter a navegação no dispositivo, em que pessoa vê num "mapa" o percurso e orientação que deve seguir... a diferença para o 810 é que este não tem as funcionalidades de mapas. tem apenas o traçado do percurso sem a envolvência dos maps, avisando no entanto que o ciclista encontra-se no percurso ou fora dele.
Depois tem toda a possibilidade de exportar de forma facilitada - com a app Garmin Connect no smartphone nem precisa de se ligar ao computador - de exportar para o Garmin Connect que permite visualizar num único sitio, todo o histórico de percursos efetuados, segmentos, ritmos cardíacos, de cadencia, altitude, etc,.. análises do treino, conectividade com outros companheiros das bicicletas, ...
Ainda tenho muito que explorar... e ainda nem coloquei o sensor de cadência... :)
E acho que agora vai ter integração live com o strava, podendo ter visualização no Garmin dos segmentos do Strava! Tenho que experimentar isto...
Abraços e boas medições!
domingo, 9 de agosto de 2015
Revisão às rodas
Antes de ir uns dias de férias, deixei a bike para fazer uma pequena revisão geral - lavagem, afinação da transmissão e travões, mudança de corrente, olear todos os pontos/juntas e principalmente às rodas - cubos e rolamentos e empenos nas rodas. Aproveitei e como tinha um pneu traseiro que tinha furado e que agora usava câmara de ar, para colocar novamente em tubeless e voltar aos Continental Race King.
A minha spark vem equipada de origem com umas rodas DT Swiss XR20, que segundo pude ver na net pesam cerca de 1840 gr e são bastante fiáveis.

Após ter a ido buscar a bike parece que voa - muito mais deslizante e rolante - sente-se mesmo a diferença. Na voltinha que dei na estreia após revisão só dizia para um amigo meu: "Que brutalidade! isto está muito melhor!". É que se nota mesmo... nas descidas parece que ela foge mais rápido e a rolar em plano parece que não tem nada que a "prenda"...
Bendito guito que gastei na revisão das rodas...
Será que colocando umas rodas de 1400 gr ia notar ainda mais ? toda a gente diz que o melhor upgrade que pode ser efetuada nas bicicletas é nas rodas - numas rodas desta gama deve-se notar diferença na dinâmica de rolamento que deve valer a pena...
hum... será que devo investir "à grande" ? :)
Btw, o avião foi pesado ao sair da oficina e com pedais pesa 11,44 kg.
A minha spark vem equipada de origem com umas rodas DT Swiss XR20, que segundo pude ver na net pesam cerca de 1840 gr e são bastante fiáveis.
Após ter a ido buscar a bike parece que voa - muito mais deslizante e rolante - sente-se mesmo a diferença. Na voltinha que dei na estreia após revisão só dizia para um amigo meu: "Que brutalidade! isto está muito melhor!". É que se nota mesmo... nas descidas parece que ela foge mais rápido e a rolar em plano parece que não tem nada que a "prenda"...
Bendito guito que gastei na revisão das rodas...
Será que colocando umas rodas de 1400 gr ia notar ainda mais ? toda a gente diz que o melhor upgrade que pode ser efetuada nas bicicletas é nas rodas - numas rodas desta gama deve-se notar diferença na dinâmica de rolamento que deve valer a pena...
hum... será que devo investir "à grande" ? :)
Btw, o avião foi pesado ao sair da oficina e com pedais pesa 11,44 kg.
Quais são os componentes que posso substituir para diminuir peso ? Guiador e espigão de selim em carbono ? Rodas ? Cassete XTR ? ficar com uma transmissão só com 2 pratos ?
Sugestões ?!
Abraços e boas pedaladas...
segunda-feira, 22 de junho de 2015
BTT Monsanto 2015
No domingo fui a mais uma prova, desta vez, no sitio onde costumo mais andar - em Monsanto.
O percurso, este ano, era único - ou seja 38 kms e com aprox. 1000 mts de desnível de acumulado.
Ao visualizar este percurso um dia antes, percebi que erradamente que seria algo similar ao do ano passado, mas este ano foi quase ao contrário. Saímos do parque de campismo à hora marcada - 10h e logo após uma subidinha fomos para a zona oeste de monsanto para a zona do restelo. Não havia necessidade de fazermos tanta estrada e de cortar tanta estrada para aceder a esta zona. Acabei por fazer uns trilhos que conheço muito bem pois é o caminho que normalmente faço no regresso a casa até Algés...
O percurso acabou por estar em muitas zonas mal assinalado e os trilhos devia ter sido melhor escolhidos - poucos singles para o que Monsanto é.
Quase no final a regressar para a zona de pina manique, fizemos a ciclovia toda da radial de benfica - não havia mesmo necessidade - com trilhos tão fixes mesmo ali ao lado e tivemos que ir até Pina Manique pela ciclovia e com algum vento.
Conclusões: No próximo ano não me apanham lá. Percurso mal escolhido, não houve classificações e eu não ia com o espirito competitivo e ainda acabei por cair na descida paralela à A5. Nesta descida ia com demasiada velocidade numa curva e aterrei numa vala... :( Que treta, fazerem este trilho a descer e não a subir... muito mal delineado o percurso!
O que valeu é que tivemos sorte com o tempo, pois não estava muito calor.
O percurso, este ano, era único - ou seja 38 kms e com aprox. 1000 mts de desnível de acumulado.
Ao visualizar este percurso um dia antes, percebi que erradamente que seria algo similar ao do ano passado, mas este ano foi quase ao contrário. Saímos do parque de campismo à hora marcada - 10h e logo após uma subidinha fomos para a zona oeste de monsanto para a zona do restelo. Não havia necessidade de fazermos tanta estrada e de cortar tanta estrada para aceder a esta zona. Acabei por fazer uns trilhos que conheço muito bem pois é o caminho que normalmente faço no regresso a casa até Algés...
Depois fomos para a outra zona de monsanto do lado direito no mapa, quase pelo mesmo caminho (não havia necessidade)....
O percurso acabou por estar em muitas zonas mal assinalado e os trilhos devia ter sido melhor escolhidos - poucos singles para o que Monsanto é.
Quase no final a regressar para a zona de pina manique, fizemos a ciclovia toda da radial de benfica - não havia mesmo necessidade - com trilhos tão fixes mesmo ali ao lado e tivemos que ir até Pina Manique pela ciclovia e com algum vento.
Conclusões: No próximo ano não me apanham lá. Percurso mal escolhido, não houve classificações e eu não ia com o espirito competitivo e ainda acabei por cair na descida paralela à A5. Nesta descida ia com demasiada velocidade numa curva e aterrei numa vala... :( Que treta, fazerem este trilho a descer e não a subir... muito mal delineado o percurso!
O que valeu é que tivemos sorte com o tempo, pois não estava muito calor.
Acabei o passeio, com 2h27m e que bem que soube a bebida energética no final! Devia ter ido às massagens pois na queda magoei um pouco o pescoço...
Qual será a próxima ?
Btw, o avião está a precisar de uma revisão profunda pois começou a fazer uns barulhos que não sei de onde são a descer... :(
Subscrever:
Mensagens (Atom)












































